Fornecedor e prazo de reposição: o cálculo que evita prateleira vazia
O erro de pedir reposição só quando falta
Esperar o estoque zerar pra então fazer o pedido ao fornecedor ignora um detalhe simples: entre pedir e receber, existe um prazo — e durante esse prazo, a loja fica sem aquele produto pra vender, mesmo que a demanda continue existindo.
O que entra no cálculo do momento certo de pedir
Quanto tempo o fornecedor normalmente leva pra entregar (prazo de reposição) multiplicado pela velocidade média de venda daquele produto indica o estoque mínimo que deveria disparar um novo pedido — antes de zerar, não depois.
Fornecedores diferentes, prazos diferentes
Um fornecedor local pode repor em poucos dias; outro, de fora do estado ou com produção sob encomenda, pode levar semanas. Tratar todos os fornecedores com a mesma margem de segurança de estoque ignora essa diferença real de prazo entre eles.
O custo de não calcular isso direito
Pedir tarde demais gera prateleira vazia e venda perdida; pedir cedo demais, por excesso de cautela, prende capital em estoque parado esperando a demanda que ainda vai levar tempo pra consumir aquele volume. O equilíbrio depende de conhecer o prazo real de cada fornecedor, não de uma regra genérica aplicada a todos.
Revisar o prazo do fornecedor periodicamente
Prazo de entrega de fornecedor muda — por sazonalidade, por mudança de capacidade produtiva, por trocar de transportadora. Um cálculo de estoque mínimo baseado num prazo desatualizado perde precisão com o tempo, por isso vale revisar esse número periodicamente, não definir uma vez e esquecer.