Inventário físico: por que contar o estoque de verdade pelo menos uma vez por ano
Por que o número do sistema pode não bater com a realidade
Peça trocada sem registrar corretamente, item danificado e descartado sem baixa, erro de digitação numa venda antiga — pequenas falhas acumuladas ao longo do tempo criam uma diferença entre o que o sistema mostra como disponível e o que realmente existe na arara.
O que o inventário físico revela
Contar fisicamente cada peça e comparar com o que o sistema registra expõe exatamente onde está essa diferença — não pra apontar culpado, mas pra corrigir o número e entender se existe um padrão de erro que vale investigar (furto, processo de baixa mal feito, etc.).
Inventário total x inventário rotativo
Contar a loja inteira de uma vez costuma ser um processo grande, feito uma ou duas vezes por ano, geralmente parando o atendimento por um período. Uma alternativa é o inventário rotativo, contando uma categoria ou seção por vez, ao longo do ano, sem precisar fechar a loja inteira de uma só vez.
O momento certo de fazer
Fazer o inventário logo depois de um período de baixa movimentação, ou entre o fim de uma estação e o início da compra da próxima, aproveita o momento de menor fluxo pra minimizar o impacto no atendimento durante a contagem.
O que fazer com a divergência encontrada
Ajustar o número no sistema é só o primeiro passo — se a divergência for grande ou recorrente numa categoria específica, vale investigar o processo por trás (como a baixa de troca é feita, como peça danificada é tratada) pra reduzir a diferença no próximo inventário, não só corrigir o número desta vez.