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LGPD e ficha de anamnese: o que o salão precisa cuidar com dado sensível de saúde

Por Equipe Beimax 07/08/2026 5 min de leitura
Cliente preenchendo ficha de anamnese antes de atendimento no salão

Por que anamnese é dado sensível, não um formulário comum

Informação sobre alergia, condição de pele, gravidez ou uso de medicamento, coletada numa ficha de anamnese, se enquadra como dado sensível de saúde na LGPD — categoria que exige cuidado maior do que um simples cadastro de nome e telefone.

Coletar só o que é relevante pro atendimento

Perguntar informação de saúde que não tem relação com nenhum serviço oferecido pelo salão é coletar mais dado do que o necessário — o princípio da LGPD de minimização se aplica diretamente aqui, mantendo a ficha focada no que realmente influencia a segurança do atendimento.

Onde essa ficha fica guardada depois de preenchida

Ficha de papel arquivada numa gaveta sem controle de acesso, ou digitalizada e compartilhada por aplicativo de mensagem sem critério, expõe informação sensível a um risco desnecessário. Manter esse dado num lugar com acesso restrito reduz bastante essa exposição.

Atualizar a informação também é responsabilidade

Uma ficha de anamnese preenchida uma única vez, há anos, e nunca revisada, pode não refletir mais a condição atual do cliente — perguntar novamente em intervalos razoáveis, principalmente antes de um serviço que envolve risco, como coloração química, é parte de tratar esse dado com seriedade.

Consentimento claro no momento da coleta

Explicar ao cliente, no momento em que a ficha é preenchida, por que aquela informação é pedida e como ela vai ser usada, constrói confiança e atende ao princípio de transparência da LGPD, em vez de apresentar o formulário como uma formalidade sem explicação.

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