Avaliação de fornecedor: como qualificar hotel, transportadora e guia antes de fechar parceria
O custo de descobrir o problema durante a operação
Um fornecedor que falha, como um hotel com condição diferente do combinado, uma transportadora que atrasa ou um guia despreparado, não é só um problema pontual daquela viagem. É um problema que recai sobre a agência, mesmo que a falha tenha sido do fornecedor, porque o cliente cobra de quem vendeu o pacote.
Critérios que vão além do preço
Preço mais baixo é o critério mais fácil de comparar, mas não é o único que importa, capacidade de atender o volume prometido, histórico de pontualidade, e como o fornecedor reage quando algo sai do combinado são critérios que só aparecem numa avaliação mais completa do que uma cotação de preço isolada.
Testar antes de escalar
Fechar um volume pequeno com um fornecedor novo, antes de colocar ele como parceiro principal de um roteiro inteiro, permite avaliar a experiência real com clientes de verdade antes de depender dele em escala, reduzindo o risco de descobrir um problema estrutural só depois de já ter vendido muito naquele fornecedor.
Registrar o histórico, não confiar só na memória
Sem um registro formal de como cada fornecedor performou em viagens anteriores, incluindo atraso, reclamação de cliente e resolução de problema, a decisão de renovar ou trocar de fornecedor fica baseada em impressão geral, que pode não refletir a realidade acumulada ao longo do tempo.
Fornecedor bom também merece ser fidelizado
Avaliação de fornecedor não serve só para identificar problema, serve também para reconhecer quem entrega consistentemente bem, e priorizar esse fornecedor nas próximas negociações, o que costuma render condição melhor no médio prazo do que trocar de fornecedor a cada roteiro em busca do menor preço.